terça-feira, 30 de novembro de 2010

Entre a Espiritualidade e a Sanidade O MAGO NEGRO


Entre a Espiritualidade e a Sanidade

O MAGO NEGRO


Um jovem está prestes a ser recrutado pelo universo da magia negra. Eles são implacáveis com seus escolhidos levando-os a beira da insanidade, onde muitos não voltam. E neste clima do que é imaginário mesclado com a realidade nua e crua que convivem os Magos Negros. Que um jovem tem como opção sobreviver ou se deixar morrer. Um benéfico que pode não ter.


Moncorvo

06/10/2009




Era fim do verão as primeiras folhas das árvores caiam ao solo anunciando o inverno rigoroso que estava por vir. No estremo sul do país, no chamado pampa gaúcho, o inverno pode ser cruel para quem não é acostumado, com os intempéries do vento chamado carinhosamente de minuano pelos nativos, sopra transpassando a roupa deixando desnudos ao seu ataque. Um adolescente forçado pelo destino esta preste a se tornar homem, enfrentado o seu próprio eu, o demônio que pela infinita misericórdia de Deus, adormece no esquecimento da reencarnação, para que não lembrem das atrocidades cometidas, durante a evolução da alma, nas diversas encarnações deste mundo terreno. Este momento faz jus ao dito popular: “Entre o céu e a terra, a mais coisas que a vão filosofia humana pode explicar”. A natureza esta chamando-o e o compelindo a realidade nua e crua do que se é, e porque venho habitar este mundo, mundano.

Parou diante da entrada da floresta, olhou para o relógio, 0hs e 45min, era horário de verão, faltavam 15 minutos para meio noite, chegaria a tempo ao local do encontro. Não tinha como recuar, pessoas importantes em sua vida, dependiam dele, e só conseguiria ajudá-los após este encontro. Por um momento o medo tomou conta do seu ser, sentiu as pernas tremerem, e fraquejarem diante do desconhecido, tentou sem sucesso se controlar, entrando em pânico, notou que o suor corria-lhe pelo rosto. Sentou-se em um toco de arvore próximo, com receio de desmaiar, colocou a cabeça entre as pernas, procurando limpar os pensamentos, e gradativamente foi reassumindo o controle. Já recomposto do surto, verificou novamente a hora, tinham se passado 10 minutos. Levantou suspirou fundo procurando não pensar, começou a entrar na floresta. A rua de chão batido ao primeiro momento se tornava úmida e escura, sombria, e o medo ameaçou retorna. Mas desta vez foi repelido, não havia tempo e tinha muito em jogo para se dar ao luxo de temer por sua própria vida. Tivera tempo suficiente, e optara por enfrentar o desconhecido, o místico, mesmo que custasse sua vida. Tinha sido advertido que muitos não retornaram, e os que retornaram, perderam a sanidade, e se encontravam trancafiados em hospícios. Condenados a viver em uma realidade desligada do que é terreno. Mas não seria seu caso, estava determinado a não sucumbir, enfrentaria dando o melhor de si, sobreviveria, a existência dos seus, dependia do seu sucesso. Conforme se embrenha na floresta e os olhos acostumavam com a escuridão, a floresta se mostrava amiga e acolhedora. Não a penetrará nem 20 metros, mas parecia ter caminhado uma eternidade. Escutou um voz, vinda por detrás vinda da entrada da floresta, o coração disparou, tão qual um alarme, um frio percorreu todo seu corpo, volto-se para identificar quem o chamava. Um homem esta na parte iluminada da entrada da floresta, lhe fazendo sinal com as mão para que retornasse, olhou novamente para o relógio, o tempo esta se escoltando, caso não se apressasse não chegaria a tempo. Voltou rapidamente, se mostrando irritado. O que em nome de Deus, este homem queria com ele, a esta hora da noite, deveria ser importante, pois ao primeiro momento não o reconhecera. Ele estava vestindo terno branco, com certeza era um crente, só poderia ser, a esta hora da noite de uma segunda feira, de terno e grava na entrada de uma floresta. Será que ele não sabia que o local era perigoso. Me aproximei o suficiente pra falarmos:

- sim.

- O Sr. Estava atravessando a floresta. Eu também tenho que atravessá-la podemos fazer companhia um pro outro. Fiquei com medo de lhe assustar caso lhe alcança-se lá dentro.

Era o que me faltava, um intruso, agora o tempo estava correndo contra, aceitei a proposta, teria que deixar ele passar por mim quando chegasse no local combinado, mesmo caso recusasse a companhia, indo juntos poderia determinar a velocidade da caminhada. Quanto entravamos na floresta, homem se mostrava cordial, tentando puxar assunto falando do tempo, de experiências que tivera dentro da floresta. Em outra circunstância, teria prestado atenção no que me fala, e deveria, mas estava obstinado a me encontrar, com algo que determinaria o rumo de minha existência terrena, e salvaria os que amava, com algo que ainda não compreendia. Quem diz que temos que compreender tudo que se encontra na terra. Temos só que aceitar e pronto. Alguns minutos de caminhada forçada já estávamos no local determinado, uma encruzilhada bem no meio da floresta. Não, eu mesmo não acreditava no que estava acontecendo, minha formação era católica, estudara em uma escola de padres, e tivera uma passagem pelo espiritismo estudando a doutrina Kardec. Comparado com o que estava por vir, o demônio, anjo, magia, o mau, quem quer que fosse, tinha marcado um encontro na encruzilhada daquela mata. E a hora tinha chegado, e teria que me livrar rapidamente de minha companhia, que se tornara no momento o único elo racional que me restava. Estava sem tempo para rodeios, e demoradas explicações o porque teria que ficar naquele cruzeiro, ele prosseguir o restante da travessia sozinho.

obrigado pela boa companhia, mas preciso que faça algo por mim, vou ter que permanecer aqui por alguns minutos, e gostaria que o amigo não fizesse perguntas, e continuasse o seu caminho sem questionar. É muito importante pra mim que eu fique só.

Não tivera tempo de perguntar seu nome, caso tenha falado nem dei por conta, fiquei envergonhado por não saber seu nome. Ele me fitou por um momento procurando em chegar meus olhos na escuridão.

você deve estar desesperado mesmo, pra ficar aqui neste cruzeiro só, dizem que este lugar é a maldiçoado, tem quem perdeu a sanidade, se enforcou ou simplesmente desapareceu sem explicação.

Fiquei absorvido per aquele relado e sem perceber que meu tempo tinha se esgotado. Haviam sido categórico comigo, um minuto antes não adiantaria ele não viria, e um minuto após também não. Caso acontecesse algo retornasse para espera uma nova oportunidade, caso ele achassem interessante. Quando olhei para o relógio 1hs 05min, tinha perdido minha oportunidade, meu rosto se compeliu em cólera, tinha pedido a ele, para seguir seu caminho, e não perguntasse, mas o desgraçado do ser humano por si, só e curioso, e determinado a não cuidar da própria vida, e sim a de outros. Por isso se matasse o infeliz ali, culpariam o sobre natural, e não a incapacidade dele de seguir seu caminho sem atrapalhar o dos outros. Fiquei desorientado por alguns segundo, teria que retornar pelo caminho que entrará, tudo estava perdido, mas sairia da floresta primeiro para de pois raciocinar. Ele notou que algo estava errado, mas preferiu permanecer em silencio, até que meu semblante retornasse ao normal e dissipa-se a expressão de ódio.

- algo aconteceu errado?

- passou a hora, tinha que estar só na hora marcada. Mas não foi culpa sua e sim minha, deveria ter agradecido o oferta da companhia e ter entrado sozinho, conforme tinha planejado. Mesmo assim valeu a companhia, tenho que retornar daqui. Boa sorte!

Ele novamente me fitou, como a tentar ler algo em meus olhos:

- to me sentido culpado por ter estragado algo, que você julgava importante pra sua vida. Mas já que não posso remediar pelo que estou vendo. Tenho algo que pode amenizar deixando-o mais tranqüilo.

Meteu a mão em uma sacola que carregava no ombro e retirou uma garrafa de vinho branco, se propondo a retornar comigo até a entrada da floresta, já que morava ali por perto e nada de mau lhe aconteceria, falando em tom de zombaria, o diabo aqui só tem um, Eu, sorrindo. Partimos em direção a saída da floresta, ele tratou de abrir a garrafa de vinho em quanto caminhávamos, fiquei intrigado quando ele retirou de dentro da bolsa duas taças de vinho. Serviu me entregando uma das taças cheia, a conversa se desenrolou em torno da floresta, seus mitos, havia muitas historias e crendice contada pelos habitantes que moravam ao redor. O assunto fluía, também que me convidou pra sentar em uma sanga que tinha no caminho para terminarmos de tomar o vinho. No momento não me pareceu nada de mais, e concordei, ele subiu uma pequena trilha ao lado da pequena rua que cruzava a floresta e logo surgiu a sanga e no lado uma arvore caída. Não fez cerimônia e nem olhou para trás, para se certificar que estava lhe seguindo, sentou colocou novamente a mão na bolsa e retirou um punhado de uvas e maça, que depositou em cima de um pequeno guardanapo que estendeu no chão. Tive um inicio de acesso de riso, perguntando o que mais ele carregava na bolsa, me respondeu categoricamente, fazendo gracejo da situação:

- um pouco de tudo, magia, superstição, incredulidade, companheirismo, algo pra matar a fome e a cede, e alguns milagres, mas só para quem acredita e merece. Mas já que contei o que tem na bolsa, me responde. O que um moço inteligente, quer por estas bandas? Procurando algo, que no mínimo só ouviu este povo falar, e nem sabe o que é, e se realmente existe.

Sentado naquele cepo, tomando vinho em taça e saboreando uvas brancas e maçãs, contei como tinha entrado naquela fria:

- eu um destes engodos que a vida prega na gente, conheci a mãe de meus filhos. Menina recatada praticava o escotismo, e bem respeitosa, nora ideal pra qualquer mãe, como se houvesse a nora ideal, para as mães. Como tudo no inicio é muito bom, mas tive um inicio meio conturbado, ela engravidará e eu vi meus planos, de não ser mais um neste mundo indo por água a baixo. Relutei muito quanto a isso, no princípio pensei até em me sumir, morar em outro lugar, retornar em alguns anos. Mas sempre tive um alto censo de responsabilidade, com quem de alguma forma dependem de mim. E essa é uma fraqueza que um dia terei que superar. Bem ela e a mãe, minha sogra então, freqüentavam um templo espiritual de um tal de Joãozinho que mais tarde venho a ser conhecido por outro nome, ganhando fama e respeito fazendo um rastro de destruição com quem ousava cruzar seu caminho. Logo fui apresentado ao religioso iniciava-se sua saga na magia. Logo nos tornamos bons amigos, sentia que ele tinha percebido algo diferenciado em mim espiritualmente, eu pouco compreendia, mas algo intuitivo fazia com que não me envolve-se religiosamente com ele. Aos poucos fui me envolvendo no cotidiano do templo, já que a futura mãe dos meus filhos, era praticante da religião africana. A primeira vez que tive contato com entidade ocupada o corpo de um médio, foi tudo natural, sem nenhum tipo de meio ou receio. Parecia que sempre tivera convivido com aquele tipo de manifestação espiritual. Os filhos vieram gêmeos, e com eles a responsabilidade de sustentá-lo. Minha mulher, que agia como inimiga, em seguida tratou de providenciar uma menina, nascendo minha primeira filha, nasceu com um pequeno sopro no coração. Na mesma época os gêmeos tiveram no hospital com pneumonia. O médico me chamou e comunicou que me preparasse para perder um dos gêmeos naquela noite. Fiquei transtornado, sai em direção ao Joãozinho, mesmo não acreditando que ele ou algo, pudesse intervir. Mas tinha que tentar algo, não podia ficar de braços cruzados esperando o desfecho do destino, me rebelaria e lutaria contra ele. Ele não me venceria sem lutar, somente quando se esgotasse todas as alternativas, todas as rezas do mundo. Mas a magia que fluía através do pai de santo, com o nome de Oxum me acolheu com os braços de uma mãe amorosa, esbofeteando minha pobre alma desprovida de fé, salvado meus filhos. As crianças antes desenganadas pelo médico tiveram súbitas melhoras, tanto que o medico não acreditara no que estava acontecendo, estavam curados da noite pro dia, sem nenhum resquício do foco de pneumonia. Teria que cumprir a minha parte de retirar as crianças do hospital, mesmo contra vontade do medico e levá-los para os braços do Orixá Oxum. Chegando com as crianças nos braços, as coloquei ao pé do altar. Em instantes a Oxum ocupava o corpo de seu médium acolhendo afetuosamente meus filhos em seus braços. Deste dia em diante, nunca mais adoeceram, crescendo saudáveis e vigorosos. Foi na mesma época que Joãozinho, estava para selar seu destino, escolhendo o caminho mais curto, o caminho das trevas, se entregando totalmente, deixando corromper-se pelas facilidades e luxurias, que seu novo amigo espiritual lhe seduzia. Ele se denominava Belzebu o maligno. Ele exigia todo ano o sacrifício de um filho da casa para aplacar sua cede de sangue, sua sede de beber vida humana. No inicio foi criada uma seita secreta, mas não demorou muito todo templo estava envolvido em realizar os desejos da besta. Rebelei-me, contra aquilo tudo, no templo que antes reinará a luz, só se encontrava escuridão e medo, sabia que sedo ou mais tarde, ele exigiria o sacrifício da mãe de meus filhos. Então iríamos partir enquanto podíamos. A Oxum chegou no reino pela ultima vez, e se despediu pedindo que fossemos e não olhássemos pra trás, naquele local, não mais reinava o bem e nem o amor dos orixás aos filhos.

- o tal do Belzebu junto com mais alguns comparsas, anda a me perseguir. Procurei ajuda em todos os lugares possíveis, sem sucesso, até que um bruxo amigo me deu a dica. Que para deter um demônio, só com outro demônio mais forte do que ele. E tinha escutado rumores que um destes elementares aparecia na mata de vez em quando. Mas com um porem, todos que ousaram procurá-lo, e o encontraram, não mais retornaram. Mas se tenho que morrer o farei tentando sobreviver.

Tinha perdido a noção dás horas, o céu já estava clareando, ficara muito tempo absorvido em lembrar o passado. Levantei do tronco que estava sentado. Novamente fiquei com vergonha de não saber o nome daquele que se tornara amigo, em uma noite que deveria ser de trevas.

- Bem espero que tenha gostado da historia, em casa todos deveriam estar preocupado com sua demora. De certo já estavam achando que o demônio já teria me comido por inteiro.

Ele sorria, enquanto levantava, parecia pensativo, nos dirigimos para saída da mata, sem pronunciar uma palavra. No mínimo teria ficado assustado com o relato, mas ele que indagará. Mas tudo bem, já havia muita preocupação sobre meus ombros, para acarretar mais uma, e nem sabia com administrar esta. Chegando à saída da mata, apertei forte mente sua mão, agradecendo o tempo que ficará comigo, e que apesar de as coisas não saírem como planejará, à conversar com ele ajudara muito, tinha tirado um grande peso desabafando com alguém. Agora era correr atrás do prejuízo como sempre. Se tenho que morre, vou morrer tentando sobreviver. Na saída ele me advertiu:

- vá em paz e não olhe pra trás, pois não estas envolto de trevas e sim de escuridão. “Pois a escuridão não é as trevas, é a escuridão é penas a ausência momentânea da luz”.

Virei as costa e sair tentando analisar a tolice, que aquele homem quem sabia o nome falará, ao se despedir. Sem que eu pudesse ter reação fui tomado de um profundo horror, me virando raptamente para visualizá-lo, novamente. Mas nada não estava mais lá, onde teria se enfiado, não tinha tido tempo para ir algum lugar, foram poucos minutos de raciocínio. Já estava claro resolvi voltar pra casa.





Os dias que se seguiram foram os dos mais prospero minha pequena empreiteira começou a ter bons resultados do mercado de serviço e finalmente comecei a ter lucro. Minha estada na mata pareceu não existir. Não porque procurava não pensar no fato escondendo de todos e de mim mesmo, mas para mim não parecia ter sido uma aventura traumatizante, e sim algo que passei. Tinha ciência de ter sido algo importante que poderia trazer problemas no futuro, ma no momento por mais que tentasse raciocinar sobre o assunto, não me trazia pesar. Nem relacionei o fato de meu recente sucesso financeiro a minha ida a mata e nem que a doença partira de meu lar.


2 parte


Conheci Dna. Eva num domingo, não sei por La pelas tantas de minha juventude decidi que iria namora em casa um menina, que fosse pacata. Para poder continuar fazendo minhas festas na noite. Na época eu era DJ/MC de baile fank e surgiam os primeiros passos do Rip Rop, havia os MC e os Dançarinos que agitavam as grandes festas funkeira. Nunca tive problema de não ter uma mulher para namorar, bem pelo contrario estava sempre metido em confusão por ter mais namorada que deveria a mesmo tempo. Mas as coisas são assim quando se e jovem queremos ter maturidade, quando somos maduros queremos ter a irreverência da juventude e quando velhos queremos continuar maduros. Dona Eva era uma mulher negra que não aparentava a idade na época deveria ter seus trinta e poucos anos, mulher de muitos atributos e exuberância da mulher brasileira, daquelas negras bonitas e com uma força de vida que dava para ver no olhar. Mas com o passar do tempo tive o privilégio de ha conhecer melhor, e fazer parte de sua saga aqui na terra. Cedo ganhara o mundo, pra mim sua historia começou em Santana do Livramento divisa do Brasil com Uruguai, oriunda de família pobre desde cedo como todo o patrícios da época tivera que ganhar a vida trabalhando nas casas de família de classe alta da região como domestica. Gostava de contar que vira junto com seu irmão um lobisomem atravessando os trilhos do trem aparecendo o bundão pelado. Minha imaginação sempre foi muito fértil e comecei a imaginar um homem metade cachorro e metade gente andando com a bunda da amostra, dei muitas risadas desta historia, coisa seria ela dizia. Sedo ela da adolescência chamara a atenção de um castelhano chamado Pablo que caiu de amores por ela, lhe arrebatando e levando-a a morar na cidade de Montevidéu capital do Uruguai. La por algum tempo foi feliz vivendo sua paixão, deste relacionamento venho como fruto sua duas filhas a mais velha Maria e a outra Mariana. Mas com o passar do tempo e os rubores da juventude o relacionamento foi se desgastando chegando ao ponto de Eva e Pablo sentar para conversar e chegarem a o consenso que deveriam prosseguir suas vidas separados um do outro. Seria melhor esta separação amigável por causa das filhas, Pablo queria continuar acompanhando o crescimento das filhas, mesmo a distancia. Eva custou pra tomar novamente rédeas de sua vida, voltou a trabalhar como domestica se focando em melhorar a qualidade de vida de suas filhas, ia de casa pro trabalho e do trabalho para casa. Por um longos três anos foi assim até que apareceu Pedro em sua vida. Pedro era um rapagão que morava nas proximidade de sua residência, dando a idade fez amizade rápido com suas filhas. Pedro deveria ter seus 17 anos ou até menos, trabalhava em um boliche que vendia produtos secos e molhados, peculiar aquela época. Toda vez que Eva ia fazer alguma compra, para o café, almoço ou jantar, La vinha Pedro perguntando pelas meninas ou se estavam junto dava um jeito de colocar uma balinha ou um pirulito na mão das meninas, quando ia pagar ele dizia que era por conta dele, que duas meninas bonitas como elas mereciam o mimo. Uma tarde Eva esta descendo a rua toda atrapalhada com uma sacola de mantimento enfiada em um braço e abraçada em outra a caminho de casa. Ouviu a voz forte de Pedro: - Quer ajuda? Sem que tivesse tempo de responder, foi logo agarrando e tirando um dos pacotes de seus braços. Eva não sabia o que falar, não queria dar intimidade aquele rapaz, alem do mais era um menino nem tinha barba na cara ainda, o que os vizinhos iriam pensar, ela uma mulher separada criando duas meninas ainda pequenas, deixando um homem lhe levar ao portão de sua casa, iria ficar falada na rua. Mas dessa vez não tinha jeito, teria que aceitar ajuda, sendo que precisava de ajuda mesmo, estava por deixar todas as compras rolar pelo chão devido ao peso, agora tinha aquele rapaz forte a lhe ajudar. Começou sou a observá-lo, era varão e Pedro se vestia com uma camiseta curta colada a seu corpo, que lhe acentuavam o físico, calça de brim colada no corpo deixando sua masculinidade evidente. De repente percebeu que a muito tempo não ficara tão próximo a um homem e seu rosto começou a pegar fogo, estremeceu de nojo e raiva, teve vontade de tirar as compras da mão do rapaz e jogá-las ao meio da rua, deu graças a Deus quando chegou a frente de seu portão e pode dizer-lhe obrigado é aqui. Ele virou sorrindo, e seu sorriso pareceu ainda mais sedutor do que de costume, sentiu um calor a subir-lhe pelas pernas até seu rosto ficar em chamas. O rapaz não se deu por convencido lhe disse que iria levar a compra até dentro da casa. Tentei argumentar dizendo que não ficaria bem uma mulher sozinha receber um homem na sua casa, mesmo que fosse por alguns momentos. Foi logo argumentando e abrindo o portão da frente da casa que fica sem tranca lhe dizendo novamente; A senhora vai me desculpar, mas não vão falar nada, levo todos os dias as compras de todas as senhoras no interior de cada casa daqui, e na sua não seria diferente, por que então iriam falar. Resignei-me, não tinha mais argumento para deter-lo, ainda mais que já estava no meio do pátio entre o portão da rua e a porta da casa. As meninas ao ouvirem o ranger do portão saltaram para fora pra me ajudar como era de costume e se deparam com Pedro todo sorriso com as compras na mão. Foi a primeira vez que Pedro entra em sua casa pra entrar em sua vida e juntos terem uma filha. Mas o relacionamento não foi duradouro, e a separação foi traumática e Eva teve que fugir para o Brasil para ficar com as filhas. Chegando no Brasil, tudo havia mudado a realidade de sua família era outra, e teve que dormi no chão com as filhas até conseguir emprego, trabalha de dia e estudava de noite, tirou um curso de enfermagem e adquiriu seu apartamento próprio. Mas que Dona Eva não sabia que seu destino estava entrelaçado ao meu, e o destino macabramente lhe conduzira a relho até nosso encontro, não se importando com seu sentimento e nem com sua vida. Agora lhe olhando deitada sem vida no caixão não a reconhecia, aquela não era a mulher destemida que conhecera no passado, a mulher que mesmo sabendo que poderia esta enfrentando o próprio Lúcifer naquela mata, não fraquejou por um segundo se quer. Nada iria me roubar a lembrança da mulher que era, e foi. Dizem que somos apenas lembrança na nossa passagem nesta vida terrena, passamos pela vida de todos que se interligam a nos por um motivo ou outro. Nossa personalidade fica gravada em sua memória, para alguns são lembranças importante de nosso convívio, para outras não fomos relevantes, somente fomos coadjuvante de alguma parte de sua vida. O certo que quando partimos deste mundo terreno, restaram somente nossas lembranças e quando o ultimo dos nossos amigos ou inimigo parti deste mundo terreno, não existiremos mais, não restará vestígio de nossa passagem nesta existência. Agora uma das mais importantes guerreiras jazia deitado preste a ser sepultada em seu tumulo. O Padre começara o ritual de reza do sepultamento. Enquanto que me entregava a lembranças do passado, quando conheci Dona Eva ela já havia sofrido o primeiro derrame cerebral (isquemia ou VS cerebral), de uma seria de 7, uma conta cabalística e mágica. Pelos outros 6 ajudei derrames ajudei a passar, não podia deixar-la morrer, numa destas isquemia foi a conselho pelo medico a fazer um cateterismo, procedimento medico que levou muitos ao óbito. Naquela noite ela sonhou com seu anjo da guarda guerreiro a falar de um cavalo branco, ele a advertiu dos riscos e no final apontou para um homem ao longe vestindo de manto com capuz na cabeça, de onde estava não conseguia ver quem era pois estava envolvido em completa escuridão, mas no seu intimo tinha a certeza que o homem não queria seu mau. O Guerreiro apontou sua lança na direção do homem e ele desapareceu para dar lugar a dois homens conversando e volta da fogueira, um deles esta bem vestido, utilizando terno branco bem alinhado e cabelos loiros, o guerreiro foi se aproximando dos homens fazendo um gesto para que lhe acompanha-se, ao se aproximar notou que o homem de branco tinha uma boa aparência e seus olhos eram azuis, mas não conseguia ver o rosto do que estava de capuz que permanecia de costa e de cabeça baixa. Sentiu uma vontade imensa de saber que estava de baixo daquele manto, foi se aproximando e circulando a fogueira quando esta preste a ver o rosto do homem olho instintivamente para o guerreiro para buscar sua proteção, ele já havia partido ou olhou para o homem encapuzado que agora se encontrava de pé a sua frente sentiu um medo aterrador como já mais sentira, não mais queria ver o rosto do homem, esta só se sentido abandonado, sua curiosidade levara a não perceber a partida do guerreiro. Fechou os olhos para não ver, clamou pelo guerreiro em seus pensamentos até deslumbrar minha face por de baixo do capuz antes de acorda.




2 parte


Conheci Dna. Eva num domingo, não sei por La pelas tantas de minha juventude decidi que iria namora em casa um menina, que fosse pacata. Para poder continuar fazendo minhas festas na noite. Na época eu era DJ/MC de baile fank e surgiam os primeiros passos do Rip Rop, havia os MC e os Dançarinos que agitavam as grandes festas funkeira. Nunca tive problema de não ter uma mulher para namorar, bem pelo contrario estava sempre metido em confusão por ter mais namorada que deveria a mesmo tempo. Mas as coisas são assim quando se e jovem queremos ter maturidade, quando somos maduros queremos ter a irreverência da juventude e quando velhos queremos continuar maduros. Dona Eva era uma mulher negra que não aparentava a idade na época deveria ter seus trinta e poucos anos, mulher de muitos atributos e exuberância da mulher brasileira, daquelas negras bonitas e com uma força de vida que dava para ver no olhar. Mas com o passar do tempo tive o privilégio de ha conhecer melhor, e fazer parte de sua saga aqui na terra. Cedo ganhara o mundo, pra mim sua historia começou em Santana do Livramento divisa do Brasil com Uruguai, oriunda de família pobre desde cedo como todo o patrícios da época tivera que ganhar a vida trabalhando nas casas de família de classe alta da região como domestica. Gostava de contar que vira junto com seu irmão um lobisomem atravessando os trilhos do trem aparecendo o bundão pelado. Minha imaginação sempre foi muito fértil e comecei a imaginar um homem metade cachorro e metade gente andando com a bunda da amostra, dei muitas risadas desta historia, coisa seria ela dizia. Sedo ela da adolescência chamara a atenção de um castelhano chamado Pablo que caiu de amores por ela, lhe arrebatando e levando-a a morar na cidade de Montevidéu capital do Uruguai. La por algum tempo foi feliz vivendo sua paixão, deste relacionamento venho como fruto sua duas filhas a mais velha Maria e a outra Mariana. Mas com o passar do tempo e os rubores da juventude o relacionamento foi se desgastando chegando ao ponto de Eva e Pablo sentar para conversar e chegarem a o consenso que deveriam prosseguir suas vidas separados um do outro. Seria melhor esta separação amigável por causa das filhas, Pablo queria continuar acompanhando o crescimento das filhas, mesmo a distancia. Eva custou pra tomar novamente rédeas de sua vida, voltou a trabalhar como domestica se focando em melhorar a qualidade de vida de suas filhas, ia de casa pro trabalho e do trabalho para casa. Por um longos três anos foi assim até que apareceu Pedro em sua vida. Pedro era um rapagão que morava nas proximidade de sua residência, dando a idade fez amizade rápido com suas filhas. Pedro deveria ter seus 17 anos ou até menos, trabalhava em um boliche que vendia produtos secos e molhados, peculiar aquela época. Toda vez que Eva ia fazer alguma compra, para o café, almoço ou jantar, La vinha Pedro perguntando pelas meninas ou se estavam junto dava um jeito de colocar uma balinha ou um pirulito na mão das meninas, quando ia pagar ele dizia que era por conta dele, que duas meninas bonitas como elas mereciam o mimo. Uma tarde Eva esta descendo a rua toda atrapalhada com uma sacola de mantimento enfiada em um braço e abraçada em outra a caminho de casa. Ouviu a voz forte de Pedro: - Quer ajuda? Sem que tivesse tempo de responder, foi logo agarrando e tirando um dos pacotes de seus braços. Eva não sabia o que falar, não queria dar intimidade aquele rapaz, alem do mais era um menino nem tinha barba na cara ainda, o que os vizinhos iriam pensar, ela uma mulher separada criando duas meninas ainda pequenas, deixando um homem lhe levar ao portão de sua casa, iria ficar falada na rua. Mas dessa vez não tinha jeito, teria que aceitar ajuda, sendo que precisava de ajuda mesmo, estava por deixar todas as compras rolar pelo chão devido ao peso, agora tinha aquele rapaz forte a lhe ajudar. Começou sou a observá-lo, era varão e Pedro se vestia com uma camiseta curta colada a seu corpo, que lhe acentuavam o físico, calça de brim colada no corpo deixando sua masculinidade evidente. De repente percebeu que a muito tempo não ficara tão próximo a um homem e seu rosto começou a pegar fogo, estremeceu de nojo e raiva, teve vontade de tirar as compras da mão do rapaz e jogá-las ao meio da rua, deu graças a Deus quando chegou a frente de seu portão e pode dizer-lhe obrigado é aqui. Ele virou sorrindo, e seu sorriso pareceu ainda mais sedutor do que de costume, sentiu um calor a subir-lhe pelas pernas até seu rosto ficar em chamas. O rapaz não se deu por convencido lhe disse que iria levar a compra até dentro da casa. Tentei argumentar dizendo que não ficaria bem uma mulher sozinha receber um homem na sua casa, mesmo que fosse por alguns momentos. Foi logo argumentando e abrindo o portão da frente da casa que fica sem tranca lhe dizendo novamente; A senhora vai me desculpar, mas não vão falar nada, levo todos os dias as compras de todas as senhoras no interior de cada casa daqui, e na sua não seria diferente, por que então iriam falar. Resignei-me, não tinha mais argumento para deter-lo, ainda mais que já estava no meio do pátio entre o portão da rua e a porta da casa. As meninas ao ouvirem o ranger do portão saltaram para fora pra me ajudar como era de costume e se deparam com Pedro todo sorriso com as compras na mão. Foi a primeira vez que Pedro entra em sua casa pra entrar em sua vida e juntos terem uma filha. Mas o relacionamento não foi duradouro, e a separação foi traumática e Eva teve que fugir para o Brasil para ficar com as filhas. Chegando no Brasil, tudo havia mudado a realidade de sua família era outra, e teve que dormi no chão com as filhas até conseguir emprego, trabalha de dia e estudava de noite, tirou um curso de enfermagem e adquiriu seu apartamento próprio. Mas que Dona Eva não sabia que seu destino estava entrelaçado ao meu, e o destino macabramente lhe conduzira a relho até nosso encontro, não se importando com seu sentimento e nem com sua vida. Agora lhe olhando deitada sem vida no caixão não a reconhecia, aquela não era a mulher destemida que conhecera no passado, a mulher que mesmo sabendo que poderia esta enfrentando o próprio Lúcifer naquela mata, não fraquejou por um segundo se quer. Nada iria me roubar a lembrança da mulher que era, e foi. Dizem que somos apenas lembrança na nossa passagem nesta vida terrena, passamos pela vida de todos que se interligam a nos por um motivo ou outro. Nossa personalidade fica gravada em sua memória, para alguns são lembranças importante de nosso convívio, para outras não fomos relevantes, somente fomos coadjuvante de alguma parte de sua vida. O certo que quando partimos deste mundo terreno, restaram somente nossas lembranças e quando o ultimo dos nossos amigos ou inimigo parti deste mundo terreno, não existiremos mais, não restará vestígio de nossa passagem nesta existência. Agora uma das mais importantes guerreiras jazia deitado preste a ser sepultada em seu tumulo. O Padre começara o ritual de reza do sepultamento. Enquanto que me entregava a lembranças do passado, quando conheci Dona Eva ela já havia sofrido o primeiro derrame cerebral (isquemia ou VS cerebral), de uma seria de 7, uma conta cabalística e mágica. Pelos outros 6 ajudei derrames ajudei a passar, não podia deixar-la morrer, numa destas isquemia foi a conselho pelo medico a fazer um cateterismo, procedimento medico que levou muitos ao óbito. Naquela noite ela sonhou com seu anjo da guarda guerreiro a falar de um cavalo branco, ele a advertiu dos riscos e no final apontou para um homem ao longe vestindo de manto com capuz na cabeça, de onde estava não conseguia ver quem era pois estava envolvido em completa escuridão, mas no seu intimo tinha a certeza que o homem não queria seu mau. O Guerreiro apontou sua lança na direção do homem e ele desapareceu para dar lugar a dois homens conversando e volta da fogueira, um deles esta bem vestido, utilizando terno branco bem alinhado e cabelos loiros, o guerreiro foi se aproximando dos homens fazendo um gesto para que lhe acompanha-se, ao se aproximar notou que o homem de branco tinha uma boa aparência e seus olhos eram azuis, mas não conseguia ver o rosto do que estava de capuz que permanecia de costa e de cabeça baixa. Sentiu uma vontade imensa de saber que estava de baixo daquele manto, foi se aproximando e circulando a fogueira quando esta preste a ver o rosto do homem olho instintivamente para o guerreiro para buscar sua proteção, ele já havia partido ou olhou para o homem encapuzado que agora se encontrava de pé a sua frente sentiu um medo aterrador como já mais sentira, não mais queria ver o rosto do homem, esta só se sentido abandonado, sua curiosidade levara a não perceber a partida do guerreiro. Fechou os olhos para não ver, clamou pelo guerreiro em seus pensamentos até deslumbrar minha face por de baixo do capuz antes de acorda. Estremeci no final do relato o outro homem que vira deveria ser o mesmo que conhecera na mata, deveria ser mera coincidência ou um sinal dele, fazia mais de três anos do ocorrido na mata, nunca mais falara ou tocar no assunto, fiquei pensativo por alguns instante a sala que nos encontrávamos ficou coberta por um silencio profundo dando para escutar a batida retumbante de nossos corações descompassado dado a circunstância do momento. Ela não sabia de nada do o corrido naquela flores, somente sabia que eu tinha indo procurar algo sobrenatural para me ajudar, sempre respeitara meu silencio, não me sentia nervoso e sim o ar fresco e úmido da flores em meu rosto como se tivesse sido dragado pela mata. Dona Eva levantou do sofá que estava sentada e se foi caminhando em direção a cozinha ter com a filha, me deixando a digeri a historia. Fiquei tentado meditar sobre o assunto sobre mim mesmo, não entendia o que esta acontecendo comigo, esta em meio a céu, deuses demônios e anjos, e em nada disso acreditara outro. Na semana que se seguiu fiquei sabendo que Dna Eva marcara o dia pra realização do tal cateterismo após consultar uma vidente famosa da região que lhe garantiu que tudo correria bem, e que no momento certo o cosmo espiritual iria conspirar a favor de sua melhora. Por mais que tivesse envolvido religiosamente com o mundo espiritual mágica, por mais que já tivesse tido provas incontestável da existência divina, ainda dentro de mim persistia a duvida de não pertencer aquele mundo de não aceitar em mim. Ela me ligara 02 dias antes de abaixar o hospital para pedir que eu acompanhasse ela e permanecesse até o termino da cirurgia. Aquela mulher me recebera no ceio de sua família como um filho, muitas vezes me tratara melhor que as próprias filhas, não havia reservas de segredos comigo, me contara seus anseios mais íntimos e pecaminosos, intimidades do passado, coisas que tinha escondido de si mesma e que se envergava por elas, agora no momento que mais precisava de minha ajuda encontrava-me ali inerte as acontecimento, como que não soubesse para onde correr, o que tinha que fazer, somente respirando e deixando a vida passar, como se isso fosse possível. Agora teria que encontrar forças para entrar naquela mata novamente e encontrar ele de novo, mas quem iria garantir que estaria lá, fala comigo mesmo em voz alta, tentando me convencer ao contrario. Mas aquém eu esta iludindo, desejava a muito tempo entrar na mata novamente encontrá-lo tinha mil pergunta, duvidas palavras que não foram ditas e que não foram respondidas. Não mais sabia o que raciocinar toda minha formação religiosa, todo o meu saber sobre o universo religioso tudo esta em xeque. Seria um louco se entrasse novamente naquela mata, certamente já teria muito que explicar nos portões do céu, caso conseguisse chegar até lá, meus instintos me diziam que de tudo deveria guardar segredo para não colocar a existência de outro em risco, já basta um estar entre a cruz e a espada lutando por sua própria sanidade.

Estava frente a frente com a mata após três anos, por mais que o calor sufocante do verão torna-se a noite abafada. O ar úmido da floresta continuava denso como da primeira vez que entrara, desta vez não existia medo demasiado em meu ser, somente sentia um leve temor apreensivo pelo decorrer do momento nada que não pudesse controlar. Fiquei encostado numa das primeira arvores da floresta a contemplá-la tinha um certo tempo confortável até a hora derradeira, tinha chegado cedo já com este intuito, nunca se sabe quando ira haver imprevisto nestas ocasião, meus olhos foram se acostumando com a escuridão do floresta e visualizando cada vez mais seu interior. Por mais que não sentisse nenhum vestígio de pânico no meu interior ainda dava para ouvir meu coração a bater descompassado a retumbar , novamente estava-la repetia muitas vezes para mim, as vezes em voz alta e clara, outras vezes só retumbava em meus pensamento. Como se tivesse a intenção de matar tempo comecei a contestar minha presença ali: será que não existia um esporte radical que proporcionasse toda esta adrenalina, sou como aqueles caras dos filmes de aventura que entram em tumbas dos Faraó atrás de relíquias a terminam sempre lutando contra uma maldição, tudo isso por pura diversão. Ali era vida real, o aventureiro não teria outra oportunidade de gravar outra cena por mais que tivesse vivenciando um filme, mas o filme da vida real, sem retorno, talvez uma pagina ou uma nota no jornal, encontrado homem morto em circunstância misteriosa em mata ou procura homem desaparecido. Falando em voz alta disse: - Ta na hora não vou deixar o homem esperando no interior da mata, não seria conveniente para minha saúde e nada que pudesse pensar iria fazer arredar pé de entrar naquela mata. Havia algo na mata que fazia parte de mim e esta noite iria resolver de uma vez por todas, mesmo que custasse minha vida. Por muito tempo passara noites e noites em claro por ter a e em preção de ter alguém na noite a me esperar a chamar, e agora era a hora de se depara com a realidade nua e crua do problema, sentia que não viera neste mundo de passagem. Os primeiros passos no interior da mata eram os derradeiros são carregados de temores e receios. Os pensamentos aceleram e se confundem em velocidades imagináveis, criando soluções e bifurcações que até mesmo o maior pensador teria inveja pelo tamanho de possibilidades e teoremas. Por mais que os olhos estivesse a costumado com a escuridão ainda havia dificuldade ao andar pela estrada de chão batido irregular, esburacada e repleta de pedregulho, estava tenso e sentia o suor frio umedecer a camisa e o medo aumentando e tomando conta como animal sorrateiro do meu ser, quanto mais aproximava da curva que dava de frente para a encruzilhada que existia no meio da mata, mais tenso ficava e isso nada iria me adiantar ao contrario podia complicar minha estada naquele local. Ao conseguir transpor a curva notei a minha direita uma pequena luminosidade, um pequeno clarão, estremeci de medo, sabia que era ele quase que por instinto iniciei a subida de ribanceira, meu estomago aparentava estar vazio e um gosto amargo tomou conta de minha boca, a cada passo na estreita subida da trilha me aumentava a angustia, parei e olhei pra trás, mas o terror de retornar fugir daquele lugar escuro foi maior, de certo não iriam deixar eu fugir, respirei fundo e continuei a subida sentia aboca seca impregnada com o amargo do mau estar que sentia vindo do estomago. Chegando ao topo da ribanceira pude avistar um homem ao redor de uma pequena fogueira a rodeada de pedras como se fosse fogo de chão, entorna da fogueira e do homem havia outra roda, mas esta discreta quase que imperceptível, talvez tenha notado por conta de meus nervos estarem a flor da pele. Dês do primeiro momento o reconheci, era ele a me espera, esta sentado naquilo que parecia ser uma cadeira com uma taça de vinho na mão, próximo a ele algo que deveria ser uma mesa posta com variedades de frutas ao alcance de sua mão, parecia esta só, pois não ouvira e nem vira sinais de movimentação ao entorno, procurei aproximar-me sem fazer alarde para que não se assuntasse com minha presença, por parecer estar absorvido em pensamentos. Mas foi só colocar o pé no primeiro circulo de pedra para sem olhar mandar-me aproximar. Fui até ele mas antes que pudesse estender a mão para cumprimentá-lo fez sinal indicando uma outra cadeira, a qual deveria me sentar. Em silencio e agora livre de toda aflição postei-me a cadeira.

Sentado em minha aconchegante poltrona em meio ao seio de meu lar tentava analisar tudo que fora dito e realizado naquela noite. Já começava a questionar minha sanidade, se realmente tudo que estava acontecendo até aquele momento não era apenas desequilíbrio de sua mente, e deveria procurar ajuda antes que o sul realismo tomasse conta de uma vez de sua mente. Já se via tomando choque todo amarrado em uma cadeira em algum hospital qualquer. Mesmo que quisesse contar para alguém simplesmente para desabafar não o conseguiria, pois achariam que a historia sairá de um filme de ficção ou algo semelhante. Ele tinha passado instruções detalhada para o caso de Dna. Eva, ele mandou perguntar para ela se gostaria de seu sua amiga e se caso concordasse avisasse de já mais traí-lo, não tolerava traição. Que fizesse sua cirurgia que Jesus Cristo foi dado como morto por três dias e ela seria pro cinco dias, pois no quinto dia retornaria Sam do mundo dos morto para servi-lo entre os vivos. Notara em todas as fala dele eram em forma de parábola, e todas com inúmeras interpretações. Também entre outras instruções deveria após a recuperação de Dna Eva, levasse ater com ele e que levasse-lhe para oferecer-lhe uva e vinho branco. A teria do universo mágico é simples, mas de uma complexidade alem dos parâmetros normais de aceitação humana, tive a absoluta certeza de chegar muitas vezes do decorrer dos teoremas a raias da insanidade, por muitas vezes me fugia o chão o alicerce da vida, o fluxo que impulsiona todos a alem dos limites normais de sua capacidade humana. Sabia que levaria dias e até semanas para decifrar dos os enigmas, e sobre o que eles tratam. Sentia-me embebido em uma energia extravagante que insuflava meu peito dando a sensação de poder voar mas ao mesmo tempo assustador. No outro dia como da outra vez parecia que nada tinha o corrido, ou melhor o que tudo que ou verá na flores fosse trivialidade do dia a dia, minha vida corria fluentemente, contratos, trabalho, vida social e familiar, o único diferencial da sema foi minha conversa com Dna. Eva já no carro quando já a levava para o hospital. Nem ela, nem eu conseguimos decifrar sobre os cinco dias porta, mas agora não tinha mais como remediar, mesmo sabendo que o cateterismo é uma cirurgia de alto risco o índice de sobrevivência era muito baixo e em poucas horas iríamos saber do que ele falara. Chegamos ao hospital Dna. Eva foi levada diretamente a sala de preparo cirúrgico sua cirurgia tinha hora agendada no bloco cirúrgico. Em meio aos preparativo para cirurgia entrou um padre capelão vestindo todo de preto dava a impressão nítida do cadafalso, lembrou daquele desenho do pica-pau e do personagem Zeca Urubu, se prostrou ao lado da cama de cada paciente, fez uma oração confortadora, enquanto ela o observava seguindo com os olhos em silencio chegou diante de sua cama, perguntou que tipo de cirurgia que ira fazer, ela se encontrava apreensiva e assustada mas procurou responder amavelmente ao sacerdote, perguntou se ela era temente a Deus, tentou novamente não ser arrogante com a resposta procurando manter a calma mesmo com a situação desconfortante que se encontrava semi nua vestida somente com um avental cirúrgico preste a ir para mesa de cirurgia que definiria vida ou morte, tinha ciência que estes poderiam ser seus últimos minutos de vida consciente antes de ser sedada e talvez já mais acorda, e não queria ser descortês com quem procurava trazer conforto para quem precisasse aquela tantas da noite, mesmo que acha-se que ele vestido de preto em torno dos moribundos da utei dava a impressão nítida do abandono e da morte, deixando um rastro de desesperança aquém desesperadamente precisava de esperança. O padre falou com voz solene e amável: “- A senhora quer se confessar e aproveitar para se arrepender de seus pecados”. Dna. Eva foi tomada de um profundo mau estar que logo se tornou em ira , seus olhos foi tomado por ódio contra o sacerdote, ele queria lhe encomendar a alma colocando-a em pânico. Olhou-o bem nos olhos e respondeu que não, não era desta vez que iria precisar do chamado sagrado sacramento porque se recuperaria com a cirurgia. Em uma sala a frente do bloco cirúrgico me encontrava a beira de um ataque de nervos junto com suas filhas, não avia nada a fazer, por vezes venho uma enfermeira orientando para que fossemos para casa e retornássemos pela primeira hora da tarde, pois nossa permanência não adiantaria de nada para ela. Combinamos que ficaríamos até o termino da cirurgia que terminou por volta das 5 horas quando o dia dava seus primeiros sinais de claridade. Venho o médico cirurgião e nos deu a noticia que a cirurgia tinha sido um sucesso agora era observar como ela reagiria o pós operatório, deveríamos descansar e acompanhar a recuperação pelo telefone da sala de recuperação do pós operatório. No retorno para deixei as outras filhas de Dna. Eva nas suas devidas residência, todo o caminho não sai de minha cabeça a comparação que ele fizera da ressurreição de Jesus Cristo e a Dna. Eva, um três dia o outro cinco dias, me incomodava pensar nisso dando uma sensação de medo e angustia. Fomos nos recolher para descansar já eram 9 horas, fiz a primeira ligação para o hospital para ver se tinha alguma novidade os estado medico continuava regular inspirando cuidados médicos. Nos acordamos com o telefone a tocar era a filha mais velha de Dna. Eva avisando que ela não acordara da cirurgia e entrando em coma, e já tinha se comunicado com o medico que orientou a família a não fazer plantão no hospital, porque não adiantaria nada, ela podia permanecer por 1 hora no estado e coma com por um dia ou dois. No momento que acorda-se o hospital avisaria a família. Durante cinco dias Dna. Eva permaneceu em como e no quinto dia como ele tinha falado ela despertou pra vida nas primeiras horas da manhã, à tarde esta deixando o hospital em companhia da família.


O corretor

As visitas a mata se tornaram uma constantes, e o medo deu lugar a abnegação dos obcecados, quando mais aprendia sobre o cosmo do universo mágico da magia negra, mais apreender, quanto mais sabia mais queria saber. Aprendera que o cosmo como um todo, sempre em expansão cobrava um alto preço a seus habitantes, e a magia fazia parte de um destes tentáculos. Destruindo aqueles que usassem desvendar seu segredo sem dele ser digno. Numa das vezes que sub a mata para embriagar-me do néctar mágico dos elemento recebi minha primeira incumbência mágica. Era a magia criando seus obstáculos separando o joio do trigo. Ele me explicou que cada ser existente é composto de caráter e princípios intransponíveis, os quais julgam serem os alicerce de sua existência na sociedade, que sem elas não mais seriam dignos de si, e da convivência dos seus, em nome dela flagelam filhos, pais e cidades em nome de uma falsa moralidade dos bons costumes que nem eles sabem como começaram. Repudiam do Demônio como algo escuso e traiçoeiro, quando na verdade o escuso e traiçoeiro são eles que o repudiam na luz do dia, e a noite o veneram sobre o manto da escuridão em sociedades secretas muitas regidas por aristocratas, somente para saciar sua cede libertina embebida em sexo e álcool. Foi me dada a missão de seduzir os ímpios, provar da embriagues da imoralidade, desfrutar dos cordeiros da terra, me deleitando em meio as suas fraqueza, e para isso o sopro adocicada da flauta mágica do “Deus Pã” seria incorporado a minha voz. Segundo a mitologia, existia um deus chamado Pã, que aterrorizava as pessoas. Era o deus dos pastores e dos rebanhos. Filho de Hermes e Driope, seu corpo, era metade homem e metade bode. Quando ele nasceu, a própria mãe teve medo e rejeitou o filho. Entregou ao pai que levou o "bebê" para o Olimpo. Pã era dotado de um espírito fálico e sexualidade insaciável."Seu nome significa O GRANDE TODO". É importante saber que ele não é bom nem mau. Um deus que, apesar de feio, é carregado de energia e vitalidade. Era amante da música e o inventor da sírinx, ou avena (antiga flauta pastoril feita do talo da aveia), a qual tocava magistralmente. Me identificaria como sendo discípulo dele o AMIGO e faria as pessoas vir até a mata lhe oferecer oferendas pessoais inimagináveis em atos libidinosos recheado de luxuria. Para isso estava autorizado em seu e em meu nome agora consagrado de Guardião Corretor de almas, incumbido dos de salvo aguardar segredos da Magia Negra.

Naquela época aprendia a reconhecer os sinais da magia em templos católicos, os sinais cabalísticos estão por toda a parte: nas altas colunas de mármore, nos capitéis, nos arcos, nos altares. Eles contam a história da construção das catedrais góticas — símbolos da religiosidade católica mas também dos mais profundos mistérios da magia que imperava na Idade Média.

Estão ali rastros dos druidas (sacerdotes celtas que reverenciavam as florestas como divindades), visíveis na arquitetura que lembra um bosque petrificado. Estão também nas rosáceas - um dos mais importantes símbolos da ordem dos cavaleiros templários e dos maçons – desenhadas nos vitrais. Estão ali ainda os signos do zodíaco - prova de que a astrologia era admitida pelos papas da igreja da época.

Enfim, Notre Dame, Chartres, Amien, Colônia e Duomo de Milão podem ser vistas como gigantescos livros de pedra, cuja leitura exige não só uma boa dose de conhecimento esotérico mas a capacidade de ver além da realidade.

Então em meio a tudo, e sem saber bem por onde começar inicie minha saga mágica em arrebanhar alguém que tivesse ou sadia de realizar um pacto profano.

Dona Eva esta pronta para ter seu primeiro conta com a mata, e cumprir o trato, levar até ele o vinho e uva em uma bandeja de prata com 03 taça de cristais. Naquele dia em especial parte da floresta foi tomada por uma densa nuvem de serração tornando tudo mais sinistro mais que o normal, quem estava enfrentando a mata pela primeira vez estava enfrentado um ambiente macabro, para quem presenciava pela primeira vez. Desta vez não precisei entra a pé como de costume, não deveria macular com a presença de visitante nosso circulo minha cabala, me aprofundaria na floresta, em uma das diversas trilhas feitas para entrada de carro que levavam a lugar algum. E assim fiz, entre na mata, contornei a curva, na encruzilhada que ficava quase que no meio da mata, optei pela peque estrada que se aprofundava na densa floresta, ao chegar no seu final, apareceu quase que imperceptível, escondida ao lado de alguns arbustos, uma pequena trilha também utilizada por carros, tive dificuldade em manobrar para seguir nesta nova trilha, a visibilidade era pouco devido a densa neblina, e me encontrava nervoso seria a primeira vez que realizaria um ato mágico de tamanha envergadura, teria que montar a cabala e realizar a evocação dentro do circulo mágico, nado poderia dar errado pois as conseqüências poderiam ser nada agradável.

Naquela época, só me preocupava em compreender e aprender tudo sobre magia, mesmo sabendo que levaria todo o restante de minha existência terrena para saber e com muita sorte dominar 1% do que ela representava. Aprendera rápido que teria que conquistar durante a jornada o respeito das entidades elementares, cuja principal função era proteger a natureza e ser o elo entre o universo mágico e o ser terreno. Minha vida profissional estava indo de vento em popa, não tinha o que reclamar o sucesso abrilhantava meus negócios, e utilizava o dinheiro para viajar com minha família por todo estado nos finais de semana, tirando o foco do que acontecia, dos olhos de minha esposa, que se deleitava com as viagens em locais paradisíacos. A magia tinha transformado minha vida então para melhor, e passei ter um entendimento diferenciado da vida. Nem todos estamos nessa terra por querer entendera claramente isso, há inimigos tanto deste lado como do outro, mas a tese que este mundo habitável não passava de uma prisão me deixar por de mais pensativo, sobre os acontecimento de minha vida no passado.

Estacionei o carro em local propício ao lado de uma clareira natural, onde poderia sem grande esforço fazer o circulo mágico e montar a cabala sem nenhum problema. Ao descer do carro a umidade do ar umedeceu meu rosto, a densa neblina deixa o local igual os filmes europeus sobre lobisomem, onde sobre um nevoeiro denso a fera espreita a vitima, que atravessa o bosque desavisada do perigo. Procurei não pensar em quanto era perigoso estar ali ainda mais acompanhado de uma mulher, por dê certo aquela pequena trilha tinha sido feita por criminosos com o intuito de fugir da policia ou desmanchar carros roubados, podendo aparecer a qualquer momento. Desanuviei meus pensamentos deixando todos os pensamentos negativos do lado de fora, Dna. Eva tentava manter a serenidade seu rosto dizia o contrario, pedi que ficasse no interior do carro até terminar de aprontar a cabala, quando estivesse tudo certo a chamaria. Após 20 minutos totalmente absorvido pela magia alheio a tudo, por um breve momento esquecera até da permanência de nossa convidada, mas agora estava tudo pronto, passei os olhos minuciosamente procurando encontrar algo que estivesse em local errado, mas a cabala esta pronta me sentia orgulhoso de mim mesmo. Olhei para o carro e deslumbrei o rosto dela a melhor, pensei que pena ela não sabia do que se tratava, não tinha como avaliar minha obra. O frescor da umidade densa passara a suor quente e gélido no interior de minha roupa estava a soar. Fui até o carro e a convidei para de ser, dando as ultimas instruções como estivesse me dirigindo um piloto de caça da força aérea, e finalizei enfatizando o principal de tudo, já mais sair do circulo mágico no decorrer do ritual sobre o risco de perder a vida, não deveria deixar o circulo não importando o que acontecesse ou visse. Prostrei-me no meio da cabala usando somente as veste da noite realizando minha primeira evocação mística, a floresta revidou envolvendo o circulo com uma densa parede de neblina, tão qual uma cortinas, revidando a luz das velas acesa não deixando os olhos humanos transpor a ela. Dna Eva em de seu local assistia a tudo estupefata com os olhos esbugalhado. Dentro do circulo reina a claridade das velas e um aroma estonteante de vinho e uva, a umidade fugira dando a impressão de aconchego. Já mais em todos seus anos de peregrinação em torno de videntes, bruxos, pai de santos, nunca vira tal fenômeno, sua boca secara por imediato não ousava se mover um centímetro procurando estabilizar a respiração para não chamar a atenção de nada. A Pós vestido o manto arrebatou a bandeja que estava pronta no meio do circulo e ofereceu uma das taças, procurei pega-la com as duas mãos pois estava tremula, mandou que tomasse de uma só vez e devolve-se a taça, colocando-a novamente na bandeja, retirou outra taça da bandeja ergueu a cima da cabeça como a como a saudar algo e solveu o liquido de uma só vez, do nada me venho um pensamento Sá tiro, que tudo não passava de encenação muito boa por sinal, tentei desesperadamente tirar este pensamento de minha cabeça, senti ímpeto de gargalhar. Seria somente nervosismo de sua parte aquele lugar por dava arrepios, lugar certo para o medo e imaginação aflorar. Depois de beber todo o liquido colocou a taça na bandeja, retirando a ultima taça que deveria ser oferecida a algo ou alguma coisa mágica que entese existiria na floresta, novamente realizou o mesmo rito de antes elevou a taça a cima da cabeça como a saudar algo, olhou para mim e disse: - Vos que acordasse para vida após cinco dias para me servi como amiga. Vos foste testada diante da oferta da extrema unção, renegaste não aceitando sua hora como faz o cordeiro. Novamente ergueu o copo acima da cabeça proferiu algumas palavras em outro dialeto que terminando em nossa língua: - Com nos lhe ofertamos senhor esta cálice de vinho como prova de nossa estima e amizade. Neste instante deu-se um estouro seco que parecei vir do cálice e toda a nevoa densa que cobria quase que por completa a flores foi sugada para o interior da taça em segundos em quanto permanecia erguida, permanecendo La dentro como algo decorativo. Assistira a tudo aterrorizada, ficou pálida e paralisada, sua mente agora turva não mais pensava era um altista, não mais sentia, estava agora absorvida pela proteção de seu mundo, aqui fora forte de mais para ela, teve que ser arrastada e colocada no carro como uma criança. Ao retorna da aventura já na proteção do lar, Dna. Começava das os primeiro sinais de raciocínio se recuperando a frente de todos seus familiares como os meus que se encontravam lá naquela noite.



Embora constantemente viajando a passeio, meu lado afetivo não ia lá muito bem, já vinha dês de a muito em estado de decadência, eu sempre protelara uma atitude mais drástica por causa das crianças e a magia me valida de válvula de escape. A situação tornara por demais desconfortável que tinha decidido a tomar uma atitude drástica e pedir a separação